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Noticiar a Região do Ribatejo

"Noticiar a Região do Ribatejo" é um blogue de notícias da região do Ribatejo

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CIMLT apresentou Sistema de Avaliação e Resposta às Cheias na Lezíria do Tejo

29.03.18 | noticiar

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A Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo apresentou, no final do mês de fevereiro, aos autarcas dos municípios da Lezíria e do Médio Tejo, o projeto “Sistema de Avaliação e Resposta às Cheias na Lezíria do Tejo”.

O projeto, que iniciou em agosto do ano passado, pretende desenvolver um sistema que apoie os agentes de proteção civil no aviso à população em situações de cheias no rio Tejo.

O projeto é composto por três componentes:

  1. Elaboração do Modelo Digital de Terreno e Levantamento Batimétrico do leito do rio Tejo;
  2. Instalação de três sensores de nível submersíveis e o Desenvolvimento de uma Aplicação de Gestão e Monitorização do Risco de Cheias;
  3. Tipificação de Procedimentos de Mecanismos de Resposta a Cheias.

 

O “Sistema de Avaliação e Resposta às Cheias na Lezíria do Tejo” está a ser elaborado no âmbito de uma candidatura aprovada pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR) ao Eixo Prioritário 2 – Proteger o Ambiente e Promover a Eficiência dos Recursos, com uma comparticipação de 85% de Fundo de Coesão. O investimento total será de 262.968,50€, sendo a contribuição do Fundo de Coesão de 223.523,23€.

 

A candidatura corresponde geograficamente à área da bacia do rio Tejo, numa extensão de 91 km, de Abrantes (Médio Tejo) até Salvaterra de Magos (Lezíria do Tejo).

Os municípios com área de intervenção do projeto são os seguintes: Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Cartaxo, Chamusca, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos, Santarém (Lezíria do Tejo); Abrantes, Constância, Entroncamento, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha (Médio Tejo).

O projeto irá possibilitar a utilização de ferramentas de análise territorial, de suporte à gestão e de apoio à decisão, tendo por base uma aplicação de gestão de risco de cheias, que irá receber e disponibilizar vários tipos de informação, como cartografia, leitura em tempo real dos caudais, informação sobre os contactos da população afetada pelas cheias e base de dados do histórico de caudais no rio Tejo, entre outros.

 

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